terça-feira, 18 de maio de 2010

Reciclagem do plástico

O plástico foi uma das grandes invenções da modernidade, olhe ao redor e note que praticamente tudo é feito de plástico! Mas tudo que é feito de plástico pode demorar até 1000 anos para se decompor no meio ambiente!

A fabricação do plástico passa primeiro pela fabricação dos polímeros, que são cadeias carbônicas que vêm diretamente do petróleo. Depois os polímeros podem passar por diversos processos para se transformarem em diferentes tipos de plásticos que são:


Termorrígidos (termofixos):

Rígidos e resistentes à variações de temperatura. Depois de prontos não se fundem mais. Sua reciclagem é complicada.

Usados em: baquelite, resina epóxi.


Elastômeros (borrachas):

Com alta elasticidade, mas não são fusíveis, por isso é difícil reciclá-los também.


Termoplásticos:

A maioria dos produtos que consumimos são termoplásticos. Pode ser fundido varias vezes, por isso é de fácil reciclagem.


Repare que nos produtos plásticos recicláveis há um código com o triângulo da reciclagem e um número dentro, esse número indica qual tipo de termoplástico é:


1-PET (polietileno tereftalato): utilizado em garrafas para água mineral, refrigerantes e afins, também utilizado em fibras de tecidos reciclados;

2-PEAD (polietileno de alta densidade): engradados de bebidas, baldes, embalagens de álccol ou produtos químicos domésticos, bombonas de água mineral, tubos, filmes e embalagens diversas;

3-V ou PVC (cloreto de vinila): tubos e conexões, conduíntes, garrafas de água, refrigerante, detergentes líquidos, lonas, calçados, bolsas de sangue e soro, fios e cabos, cosméticos, brinquedos e outros;

4-PEBD (polietileno de baixa densidade): embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo e filmes em geral;

5-PP (polipropileno): embalagens para massas e biscoitos, embalagens de margarinas, seringas descartáveis, fibras fios têxteis e auto-peças;

6-PS (poliestireno): cabine de aparelhos de TV e som, copos descartáveis, embalagens alimentíceas e embalagens em geral;

7- outros


Reciclagem do plástico
- Na reciclagem mecânica, o plástico usado é transformado em grãos para serem reaproveitados na fabricação de outros produtos

- Com a reciclagem química é possível conseguir matéria-prima básica que será utilizada na produção de novos plásticos, com a mesma qualidade de um produto virgem.

- Já a reciclagem energética utiliza os plásticos usados e descartados como combustível para produzir energia elétrica. Esse tipo de reciclagem é muito comum na Europa, Japão e Estados Unidos, lugares onde a tecnologia para esse fim é bem desenvolvida e os controles de emissão de poluentes são rígidos.


Quais produtos plásticos são recicláveis?

Tampas, potes de alimentos (margarina), frascos, utilidades domésticas, embalagens de refrigerante, garrafas de água mineral, recipientes para produtos de higiene e limpeza, PVC, tubos e conexões, sacos plásticos em geral, peças de brinquedos, engradados de bebidas, baldes.


Quais não são?

Cabos de panela, tomadas, embalagens metalizadas (ex. alguns salgadinhos e tampinha do iogurte), isopor, adesivos, espuma.


domingo, 16 de maio de 2010

Carrapatoses


Um dos grandes problemas para os animais em geral são as pragas, para quem depende do rendimento de animais também. Como é o caso dos carrapatos em rebanhos bovinos.

Os carrapatos são aracnídeos parasitas que dependem do sangue de outros animais para se alimentarem, o carrapato bovino é o Boophilus microplus que também transmite doenças, carrapatoses, como a babesiose e a anaplasmose, também chamadas de “tristeza parasitária” pelos sintomas que os animais apresentam: emagrecimento, abatimento e em casos extremos são levados a morte.

A babesiose tem dois protozoários como agentes, Babesia bovis e Babesia bigemina. A anasplamose é causada por uma rickettsia, Anaplasma marginale. Todos os três são parasitos das células vermelhas do sangue dos bovinos, causando anemia hemolítica, febre, prostração, às vezes, urina cor de sangue (hemoglobinúria) e icterícia (mucosas, ocular, vaginal ou prepucial de cor amarelada). Entretanto, esses sintomas são comuns a outras doenças, devendo o diagnóstico clínico ser confirmado pelo exame laboratorial.

Porém não podemos eliminar totalmente os carrapatos dos rebanhos, pois a existência de um número pequeno e controlado de carrapatos mantém os níveis de anticorpos no rebanho, porém em excesso, causam essas doenças.

Muitas vezes, os animais não apresentam sintomas, porém estão infectados. Bovinos criados em áreas endêmicas, isto é, onde existe carrapato o ano todo, são infectados desde os primeiros dias de vida. Por serem protegidos pelos anticorpos adquiridos ao mamar o colostro, a maioria passa a crise das primeiras infecções sem manifestar sintomas da doença e se tornam imunes. A mortalidade nesse caso é baixa.

Em áreas de instabilidade endêmica, onde o carrapato desaparece nos meses mais frios, os bezerros não são infectados quando ainda têm a proteção dos anticorpos colostrais, portanto, não desenvolvem a imunidade. Quando o carrapato reaparece, ocorrem muitos casos de doença clínica e a mortalidade é alta.

Uma técnica para combate carrapatos são banhos com carrapaticidas, porém dependendo do índice pluviométrico da época, o produto pode ser lavado pela água da chuva sem que antes faça a ação desejada.

Outras opções de tratamento indicam o uso de plantas medicinais, como o uso da grimpa de pinheiro para controle de berne e carrapato:


- 1 kg de grimpa em 20 litros de água, deixar 5 dias de molho e pulverizar os animais ou encher 1 balde médio (5 litros) com grimpas verdes, depois adicionar água até a borda. Deixar descansar, para berne deixar descansar 3 dias e para carrapato descansar 5 dias. Tirar as grimpas e banhar os animais.

Outra opção é incorporar algumas folhas na alimentação dos animais para combater e prevenir diversas doenças, as plantas abaixo são moídas juntamente com 20 kg de milho. São administrar durante três dias, duas vezes ao dia, conforme a incidência do problema.


- A Calêndula (Calendula officinalis L.), (300 gramas), a Bardana (Arctiun lappa L.),

(400 gramas) e Fel-da-terra (Fumaria officinalis L.), (100 gramas), são usadas para

limpeza do sangue e limpeza pós-parto.

- A Tansagem (Plantago major L.), (100 gramas) é usada para inflamações.

- Folha da Pitangueira (Eugenia uniflora L.), (150 gramas), Goiabeira (Psidium guajava),

(150 gramas) e a Hortelã (Mentha piperita L.) (150 gramas), são usadas para controle das diarréias

- Confrei (100 gramas), Erva-macaé (Leonorus sibiricus L.) ou Ervaraposa, (100 gramas) são usados para mamite.

- Cipó-mil-homens (Aristolochia triangularis Cham.), (150 gramas) é usado para abrir o apetite.

- Arruda (Ruta graveolens L.), (150 gramas), como calmante.


É importante lembrar que para a retirada manual do carrapato não pode-se apenas arrancá-lo, é preciso fazer com que o carrapato se solte, utiliza-se um algodão com álcool para abafá-lo e só após ele soltar-se é que se tira e coloca-se em um recipiente para depois queimá-lo, senão não há eliminação total, devido ao seu ciclo:


Rickettsia: são tipos de bactérias e são parasitas intracelulares obrigatórias

Grimpas: ramos de pinheiros


Este post foi inspirado pela necessidade real da minha prima em procurar alternativas sobre doenças causadas por carrapatos no rebanho bovino que ela mantém para comercialização de leite.

Ou seja: aceito ideias!

sábado, 15 de maio de 2010

Seed Balls

Ou bomba de semente, a idéia é fazer crescer uma plantinha sem plantar (?)! O "inventor" foi, claro, um japonês, o senhor Masanobu Fukuoka.
Funciona da seguinte forma: para cada 5 partes de argila misture uma de composto orgânico e uma de sementes diversas, misture tudo e adicione água aos poucos até a mistura ficar mais homogênea, depois molde uma bolinha e deixe secar no sol por algumas horas só para argila ficar firme.
Depois você pode jogá-la em qualquer lugar e dali nascerá uma planta!
Escolha sementes de plantas adaptadas ao ambiente em que você vai jogar as seed balls, para facilitar a germinação.


Planos para um futuro próximo: fazer uma oficina de seed balls seguida de intervenção urbana. Aguardem!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Animais abissais

"O homem conhece mais sobre a superfície da lua do que o fundo mar". Essa frase foi dita no documentário da BBC que assistimos essa semana na aula de biodiversidade e filogenia, frase repetida pela professora Dr.ª Larissa Rosa de Oliveira.
O filme mostra o curioso e praticamente desconhecido fundo do mar, pode não parecer, mas nas zonas abissais há uma variedade imensa de biodiversidade única! Incluindo seres do nosso mesmo Reino Animalia!
Devido em grande parte pela dificuldade de se chegar a essas zonas, por muito tempo houve desinteresse em se conhecer e pesquisar, os EUA por exemplo, não quiseram investir em construir submarinos que chegassem a zonas profundas, pois estavam voltando-se para a corrida espacial. Até hoje, depois de muitos avanços, a tecnologia ainda é restrita e o acesso às zonas abissais ainda é dificultado pelo problema da alta pressão que sofremos em profundidade. Existem apenas 5 pequenos submarinos tripuláveis que conseguem chegar nas fossas Marianas. A bordo do submarino tripulável "Alvin" a equipe do documentário resgistra imagens dessa zona peculiar, em uma região em há chaminés hidrotérmicas que expelem sulfeto de hidrogênio e a temperatura da água é altíssima, poliquetas sésseis, as Riftia pachyphylla, associadas a bactérias quimiosintetizantes formam a base de sustentação para outros seres do Reino Animalia! Nesse local há a estimativa de descoberta de novas espécies a cada 10 dias! E os colegas sabem o quanto são complicadas as regras para a criação de novas espécies! É preciso pesquisar muito para provar que um holótipo trata-se de uma espécie diferente e não apenas uma variação, porém a singularidade dos seres que habitam essas regiões dificilmente deixam dúvidas de que se tratam de espécies ainda não catalogadas!
Outros animais que habitam exlusivamente essas zonas são espécies de Cnidarios extremamente curiosos por sua forma e cores. Como por exemplo a Periphylla periphylla que diferentemente de outras espécies não apresenta em nenhum estágio da vida a forma séssil e possui bioluminescência, provida de suas presas.





Zonas abissais: Zonas marinhas após o talude continental, podem chegar a 5000 e 6 000 metrtos de profundidade.
As
Fossas Marianas estão em uma
zona abissal do Oceano Pacífico e são as regiões mais profundas do planeta atingindo 11.034 metros de profundidade, o Evesrest tem 8 848 de altura, ou seja, cabe um Evesrest de cabeça para baixo e sobra espaço.
Chaminés hidrotérmicas: são como vulcões submarinos, próximas da drosal meso-oceânica, mas ao invéz de expelirem magma, expelem H2S, CH4, CO, CO2, H2 e metais como Si, Mn, Fe, Zn. São consequência do movimento de placas tectônicas. As temperaturas próxima a essa região podem chegar a 350 °C.
poliquetas: são animais do filo dos anelídeos, geralmente de vida livre, porém a classe Pogonophora encontra-se na forma séssil.
Cnidarios: Filo do reino animal que abrange as águas vivas, esse filo se reproduz por reprodução sexuadae assexuada, duas medusas, por exemplo, se conjugam e formam um zigoto que dará origem a uma larva (plânulas) que ao encontrarem um substrato, fizam-se neles e formam os pólipos que na segunda fase (assexuada) se dividem dabdo origem a pequenas réplicas de si. No caso da Periphylla periphylla, não existe a fase assexuada.



terça-feira, 4 de maio de 2010

Água Mineral

Todos sabem que a água é muito mais saudável que um refrigerante, por exemplo, mas quem já se prestou a observar os rótulos para saber a quantidade de minerais presentes dentro da garrafinha? Quase ninguém faz isso porque não sabe os parâmetros ou porque confia nas empresas que colocam essas informações em letras miúdas.

Alguns parâmetros sob o critério de potabilidade da OMS 1995

Sulfato..........................400 mg/L

Fluoreto........................0,6-1,7 mg/L

Nitrato..........................10mg/L

Cloreto..........................250 mg/L

Sódio.............................200mg/L

Um dos parâmetros mais importantes é a concentração de nitrato. Segundo o padrão de potabilidade da OMS, uma água não deve ter mais do que 10mg/L de NO3-.

O nitrato provém da decomposição da matéria orgânica humana, animal (pecuária) e fertilizantes, o problema maior no Brasil é a falta de tratamento do esgoto doméstico e sanitário. Podendo imaginar de onde vem, já temos uma base que quanto menos nitrato mais limpa e saudável é a água.

O excesso de nitrato pode causar infertilidade em mulheres, câncer de estômago e a Metamoglobinemia ou “Síndrome de bebê azul” em crianças.

Uma marca em especial, muito comum no mercado e que contém níveis abusivos de nitrato é a água Charrua, marca que foi comprada pelo grupo Vonpar. Analise o rótulo e compare com os parâmetros da OMS, enquanto os minerais têm valores baixos, o índice de nitrato supera em mais de três vezes o valor limite! A Charrua informa em seu rótulo o valor de 34,10mg de nitrato por Litro! O Limite ideal é de 10mg/L!

A fonte mineral da Charrua encontra-se na Vila Nova em Porto Alegre, na rua João Vedana n°178

A contaminação subterrânea pode estar escondida sob uma paisagem aparentemente preservada, como explica melhor essa matéria.

Infelizmente para enviar um e-mail para a Vonpar/Charrua pedindo esclarecimentos requer um cadastro no site, para receber newsletter da marca, ato que me recuso a fazer.

Informações extraídas do documento em PDF da Portaria 1.469 Controle da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano e seu Padrão de Potabilidade


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Papel Reciclado 2

Enviei um e-mail para a marca "Jandaia" e para a "Chamex" perguntando sobre o processo de recilcagem que gera a linha ecológica deles, as respostas foram as seguintes:

Chamex
Informamos que nosso papel Chamex Eco é reciclado, sendo proveniente de
aparas adquiridas no mercado e também de matérias-primas geradas no próprio
processo produtivo.

Alguns fabricantes consideram papel 100% reciclado, papéis que incluem
nesta conta as aparas classificadas como apara pré-consumo geradas no
próprio processo produtivo, ou seja, papéis fora de padrão descartados no
próprio processo.

A International Paper não considera estas aparas geradas no próprio
processo produtivo como sendo apara reciclada, dado que trata-se de
aproveitamento de processo. Então por esta razão e critério não divulgamos
que nosso papel é 100% reciclado como alguns fabricantes.

Quanto ao processo produtivo informamos que a diferença significativa entre
o papel Eco e o papel virgem dá-se na origem da matéria prima. Quanto ao
processo produtivo as máquinas de papel que produzem são praticamente as
mesmas.


Jandaia
DESCRIÇÃO
Papel reciclado alcalino offset reprográfico laser 75 g/m², conforme norma ABNT NBR 15755:2009, em folhas no formato A4 (210 mm x 297 mm), que utiliza em sua composição matérias primas recicladas pré e pós-consumo, certificado pelo FSC, isento de cloro
[...]
CERTIFICAÇÃO
A Bignardi Papéis é uma empresa certificada FSC – Forest Stewardship Council A.C.
Conhecido no mundo todo como selo verde, o selo FSC (traduzido como Conselho de Manejo Florestal) é uma organização não governamental presente em 75 países e em todos os continentes. Certificada a empresa garante que a matéria prima que compõe seus produtos provém de fontes onde são respeitados princípios e critérios universais do FSC.


Essas informações são de inteira responsabilidade das empresas.

sábado, 1 de maio de 2010

Papel Reciclado

Apesar de ser obtido de uma fonte renovável, o papel agride muito o meio ambiente.
Primeiro porque as fontes do papel são monoculturas de espécies exóticas, grandes plantações de eucalipto causam o desaparecimento quase totalitário da biodiversidade local.
Além disso a cadeia de produção demanda de muitos produtos químicos e os dejetos muitas vezes são descartados de forma incorreta.
Para quê usar papel extremamente branco para anotações e rascunhos? O papel reciclado é uma saída mais ecológica!

Para cada 1000kg de papel reciclado 20 árvores são poupadas!

Porém para produção de papel reciclado também utiliza-se fibras vegetais virgens para lhe dar maior resistência e não está insento de produtos químicos, principalmente se conter papéis com muitos pigmentos!
A solução, além de utilizar papel reciclado e separar o papel corretamente, é escolher produtos que não contenham tantos pigmentos em suas embalagens de papel.

Quais tipos de papel podem ser reciclados?
jornais e revistas, folhas de caderno, formulários de computador, envelopes, rascunhos, caixas em geral, aparas de papel, fotocópias, papel de fax, cartazes e folhetos

E quais não podem ser reciclados?
papel carbono, fita crepe, papéis metalizados, papéis parafinados, papéis plastificados, papéis higiênicos, "papel" de bala, embalagens de biscoitos, papéis sujos, etiqueta adesiva, tocos de cigarro e fotografias


Se você acha o papel reciclado muito acaro, confira a "receita" de como fazer em casa!

Papel recilcado artesanal

Materiais: papel para ser reciclado; folhas secas diversas (se quiser); flores ou ervas que liberam cheiro (se preferir com cheirinho); água de beterraba fervida, ou outra planta que solte pigmentos caso você queira colorir o papel; bacia de plástico; liquidificador; bastidor e tela (moldura) retangular no tamanho A4.

Como fazer:

A - Preparando a polpa:

Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta. Aqui você pode adicionar alguma coisa para colorir o papel.
Despeje em uma vasilha grande e misture as ervas aromáticas e as folhas secas;

B - Fazendo o papel:

1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura.
2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia.
3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada.
4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano.
5. Tire o excesso de água com uma esponja.
6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.

Você pode prensar o papel intercalando com folhas de jornal ou deixá-lo secar.